quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue.Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O AMOR
O que é o amor?
Dizem tanta coisa sobre o amor, também não sei o que é o amor, sinto apenas que é algo tão sublime mas tão frágil , é quase algo de inatingível, é uma dor perfeita, é um valor que nem o mais rico dos homens pode pagar, é DEUS dentro de nós, é...é...nem sei bem o que dizer, só sinto que não pode amadurecer, não pode ficar para um amanhã, não deve ser sentido de uma forma vulgar, banal ou se sente ou não, não pode haver dúvidas, trata-se de uma entrega sem esperar retorno, tem tanto de belo como de interrogativo, é difícil não é?
Sinto que o amor não faz palpitar o coração, mas é a luz mais radiosa que ilumina a alma, será?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010


Pois é, uma das coisas que me agrada na vida é não programar nada a longo ou a médio prazo, poque a vida dá-nos surpresas e os nossos gostos e intenções também são por vezes mutáveis.

A vida é um desafio constante e a nossa mente vai vagueando e...apetece-me mudar de rumo. Vou pedir a minha reforma( já lá vão quase 39 anos) de um serviço que prestei à sociedade com empenho, dedicação e muito carinho, posso dizer que amei o que fiz, sei que vou penalizada em termos monetários pelas novas leis, mas já chega, quero sair na altura certa, tenho muita coisa à minha espera, não me agrada a ideia de sair velha e cansada, com pouca disposição para o mundo. Há muita novidade para ser vivida e ainda sinto muito interesse para me dedicar a novos rumos.

Falando em rumos, que tal deixar a cidade cheia de gente, poluição, barulho e procurar um abrigo agradável junto ao mar, nunca fui citadina, viver na cidade é prático mas é um atrofio, vou pensar nisso, até gosto muito do sítio onde moro, mas será tão aliciante habitar algures perto de Liboa onde eu respire cheiros da natureza, onde a família possa reunir ou até passar um fim de semana liberta desta cidade linda, mas imprópria para o lazer, estou entusiasmada com a ideia...