
Nem sei bem como começar...
Hoje dirigi-me a uma Instituição da qual sou cliente há muitos anos, já lá vai também algum tempo que "precisei ", vendo bem não precisava, mas quando me dirigi fui confrontada com uma proposta que de todo não me pareceu mal, pelo contrário, estava bem para as duas partes e aceitei.
Pois é, cheguei à triste conclusão que não me prestaram qualquer serviço de jeito até me prejudicaram, não tendo eu qualquer necessidade que isso acontecesse, só que a "história da proposta" foi muito bem camuflada e cá estou, felizmente nada de grave. Mas não é aqui que reside o meu desabafo. Hoje, ao ser atendida por uma Srª Drª tal, quase com metade da minha idade, com um ar aparentemente simpático, mas com frieza nas resposta, e conhecendo eu recentemente outros casos iguais tratados por outras Instituições de forma diferente e bem mais benéficas para com os clientes fiz-lhe "humildemente" essa abordagem, resposta da dita:
- As pessoas devem saber escolher o que é melhor para elas, blá...blá...
Resumindo, saí com a sensação de estúpida e pensei cá para comigo, eu que trabalho num Organismo há tantos anos, que o "patrão" nem sequer me conhece, estou sempre a vestir a camisola, sem que isso me traga nada a favor nem a desfavor, mas estou sempre pronta a defender o meu local de trabalho perante o público, ouço tudo e mais o que se queira e não queira
e sai-me esta jovem que nem sequer sabe o que é ser um cliente muito menos zelar pela casa que lhe deu emprego, para que sociedade caminhamos?
Eu tenho resposta, mas não me apetece escrever o que penso e por este andar, daqui a uns anitos a tecnologia vai estar tão avançada que os robôs vão substituir muitos locais de trabalho humano e depois vamos ver como é, são precisos, concisos mas não têm que ter sensibilidade, isso deve pertencer aos humanos.


